Handebol

Postado em: quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sem figurões, Brasil faz o hasteamento da bandeira na Vila Panamericana

Alexandre Sinato e Roberta Nomura
Em Guadalajara (México)
Nenhum dos principais nomes da delegação brasileira em Guadalajara prestigiou o hasteamento da bandeira na Vila Panamericana. Na chuvosa manhã desta quinta-feira, apenas representantes do handebol e da ginástica rítmica foram à residência oficial dos atletas para acompanhar a entrada oficial do Brasil no Pan-2011.
A seleção feminina de vôlei estava de passagem pela Praça das Bandeiras quando o hino brasileiro começou a ser tocado. As jogadoras pararam apenas em respeito ao hino, mas seguiram para o refeitório enquanto a cerimônia acontecia.
Entre atletas e técnicos, cerca de 50 membros da delegação verde e amarela presenciaram o discurso de recepção dos organizadores, assim como as palavras do chefe da delegação brasileira, o ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman. Ele elogiou os anfitriões e lembrou o histórico de grandes eventos sediados pelos mexicanos.
“Desde 1970, quando Guadalajara marcou o início da campanha rumo ao tricampeonato do futebol, os mexicanos abraçaram a bandeira do Brasil e o povo brasileiro. Sempre que estamos aqui recebemos muito carinho e hospitalidade”, disse Bernard.
As garotas da ginástica rítmica chegaram vestidas a caráter. Agasalhadas e com maquiagem, levaram à Vila os aparelhos que usam nos treinos.
O handebol, por sua vez, aproveitou sua passagem pela Vila para buscar uniformes e resolver pendências de logística. Isso porque as duas seleções estão hospedadas em um hotel mais próximo ao ginásio escolhido para receber os treinos e a competição.



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